sexta-feira, 4 de maio de 2007
Q u a s e
Para você dormir tranqüilo por muito tempo
Itaipu já superou a marca de 93,4 bilhões de kWh/ano, enquanto que a previsão para Três Gargantas é de produzir 84 bilhões de kWh/ano com suas 26 máquinas de 680 mW cada - 20 mW a menos do que as máquinas de Itaipu, que têm 700 mW cada.
Embora com potência instalada menor do que Três Gargantas e com oito unidades geradoras a menos, Itaipu tem um rendimento maior do que o especificado no projeto da hidrelétrica chinesa.
E esse recorde só será mantido porque a natureza está do nosso lado. A vazão do rio Paraná é mais estável do que a do Rio Yang-tse, onde Três Gargantas está sendo construída. E as águas do Rio Paraná são reguladas pelas dezenas de usinas que existem acima de Itaipu.
Da série Porque me ufano do que mesmo?, da coleção do blog Pouco ou Quase Nada.
I bibida prus músicus!terça-feira, 1 de maio de 2007
Jô Soares x Marcelo Crivella
Ele não sabia, entretanto, que havia cutucado a onça com vara curta!
E hoje, em dois blocos, o entrevistado foi o próprio Marcelo Crivella, obrigado que deve ter sido o Jô por causa da lei do direito da resposta.
E o que se viu, segundo a minha opinião, foi um primeiro bloco de quase total constrangimento para o Jô, ao ser embrulhado ao gosto do e pelo Senador, que explicou que o seu projeto de lei incluía apenas a expressão “igrejas históricas” no Artigo 1°, Parágrafo III, Alínea a). Este aqui em baixo, ó:
° ° ° ° ° ° ° Art. 1º - Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:
III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:
a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
° ° ° ° ° ° °
E a inclusão da expressão “igrejas históricas” é para ser entendida como apenas àquelas relativas às edificações centenárias, mesmo, desde o descobrimento do Brasil, incluindo-se – aqui o senador pisou na bola! – os primeiros prédios da Igreja Metodista, da Igreja Presbiteriana, da Igreja Batista... quem sabe mais qual? Maçonaria, Rosa Cruz e centros de macumba também? E a inclusão daquelas edificações na Lei Rouanet visa apenas às suas manutenções: telhados, paredes, muros...
O Jô não percebeu essa tropicada do Senador e ela passou batida.
Porém, pergunto: se o prédio da primeira Igreja Metodista, digamos, for incluída nessa lei, por que também não os de todas as outras igrejas que foram erigidos ao mesmo tempo ou antes do que esse, de todas as religiões, não o poderão ser? Seria uma baita discriminação.
Mas o Jô deixou num comentário o motivo das suas orelhas estarem de pé com a proposta do senador em ampliar dita lei, dizendo, quase que subjetivamente, algo como da contumaz mania e facilidade que os políticos têm de sempre descobrirem brechas, em qualquer lei, e daí arranjarem algum jeito de abocanhar a "sua" parte (palavras minhas, pois não me recordo integralmente da sua fala).
Pra reforçar o seu argumento, o Jô mandou passar no telão depoimentos do ator Paulo Guarnieri (?) e de Bibi Ferreira que, para não fugirem da regra, não querem que outros malandros tirem sardinha das suas redes.
Mas para saber o que compositores, cantores e seguramente atores e diretores de teatros andam fazendo com a tal lei, dêem uma lida na matéria deste post, intitulada Pode não sobrar talento, mas falta vergonha, que capturei no blog Pouco ou Quase Nada, muito bom, antes que me esqueça.
Você vai cair duro ao conhecer a mamata de alguns de nossos ídolos! E tudo com o nosso dinheiro!
Durante o primeiro bloco, segundo o meu pernóstico raciocínio, o que se viu foi o Jô tentando encurtar o tempo para que o sufoco a que estava sendo submetido terminasse logo e o senador Crivella embrulhando-o como o peixeiro na feira enrola com jornal o nosso peixinho.
Já no segundo bloco o Jô começou digressionando sobre a infância do entrevistado e uma outra proposta sobre homosexualismo e suas variáveis, sei lá, pela qual o Senador anda batalhando e que, mal iniciado esse bloco, mudei de canal. E é parte desse bloco que o Jô mandou colocar em vídeo. Do primeiro bloco, nada!
Concluindo: segundo a minha visão, o Jô é o capitão de um dos programas mais interessantes da televisão brasileira e dono de uma memória e cultura espetaculares; pode ser ótimo como escritor, entrevistador, humorista, tocador de tamboretes, maestro, conhecedor de jazz, blues e outros ritmos; pode ter um sofisticado guarda-roupas com mais de quinhentos ternos; pode ser conhecedor da Europa e de New York , que ele diz visitar todo ano mas, como debatedor, é uma bosta!
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Exame de Próstata
° ° ° ° ° ° °
“- Fui fazer exame de próstata, hoje de manhã. O urologista meteu o dedo sem preliminares e ainda me perguntou:
- Sente alguma coisa?
- Sinto que te amo...”
° ° ° ° ° ° °
Vou apresentar meu comentário sobre essa COISA MUITO SÉRIA PARA NÓS, HOMENS, que a levamos meio na gozação sempre que o assunto vem à baila, mas da qual temos um cagaço filho-da-puta, e, como já observaram, estou e vou utilizar umas palavras que guardo num saquinho de sal, com umas cem gramas do mesmo dentro, retiradas dele e colocadas aqui toda vez que o humor envolver o objetivo da crônica. Os mais puros que me desculpem, mas se eu não fizer assim me dá a impressão de que ficou sem graça.
O urologista a quem Carlão se referia foi meu colega de ginásio, aqui em Resende. Tem uns 2 metros de altura e a mão dele tem uma superfície equivalente a uma vez e meia à da minha, que tenho 1,75 m de altura. Daí dá pra se ter uma noção do seu dedo indicador – comprimento e grossura. Deve ter entrado rasgando tudo, já que ele enfiou o dedo, como o meu amigo disse, sem preliminares!
Não falei nada pro meu amigo, mas eu também vou fazer o meu exame de próstata na semana que vem, coisa que faço anualmente desde há uns 15 anos e que a partir desse exame passará a ser semestral, segundo orientação da pessoa que vou classificar no próximo parágrafo. Nada de anormal! Apenas uma ação preventiva rotineira, posto que até hoje não apresentei nenhum motivo de preocupações, mas a idade (62 anos) me obriga a que seja mais precavido quanto à minha saúde.
Só que para essa atividade eu trato com uma DOUTORA UROLOGISTA e, no caso desse exame, passo batido, pois ela tem o dedo indicador bem piquinininho e também bem fininho! E ela capricha tanto na vaselina utilizada para lambuzar a luva que após o exame tenho que vir correndo pra casa (o consultório da doutora fica a duas quadras, pertinho) para, pelo MENAS, dar uma lavada na bunda.
Se eu não fizer isso o mais rápido possível, ou se demorar em fazer isso, ou me sentar, a vaselina atravessa a cueca e deixa a calça toda marcada, espalhada por ambas as nádegas, parecendo que estou todo cagado, o que todo mundo percebe por causa da mancha na calça, e parecendo-se perfeitamente com a mancha produzida por aquele tipo de merda que produz um fenômeno ímpar da natureza denominado de caganeira, segundo a atual nomenclatura da UNESCO.
E tem mais: se após alguns minutos após a lavada da bunda a gente solta pelo escapamento-costal-inferior do nosso corpo uma baforada do gás comprimido produzido no intestino, a vaselina que tinha ficado guardada nos mais íntimos recônditos das nossas tripas grossas sai batendo palmas junto com ele. E aí começa toda a melecada de novo, na bunda, na cueca e na calça! Para alívio de todos, vaselina não tem odor (Graaaande consolo!), mas o gás que provocou a sua expulsão...
Já um outro amigo meu, que se diz macho pra burro (No fundo, no fundo, sempre tive a impressão que ele é um viado da categoria Narciso. Uma hora dessas apresentarei todas as categorias dessa classe aqui no meu blog.), há uns dez anos, foi fazer esse exame também com um DOUTOR UROLOGISTA e aconteceu o seguinte: o doutor, apesar de usar a luva também besuntada de vaselina, não conseguiu, de jeito nenhum, mesmo forçando o dedo indicador como se fosse uns saca-rolha, porém num vai-e-vem inútil, enfiar o dedo no cu do filho-da-puta. Não tinha jeito, tratava-se de uma missão impossível!. O Luiz (esse realmente é o pré-nome dele) deu uma trancada no próprio cu, segundo ele, inconscientemente, que não tinha nada, mas nada mesmo que conseguisse entrar ali. Nem entrar, nem sair!
O doutor lhe disse calmamente umas dez vezes “- Relaxa, Luiz, isso não dói nada! É só a primeira vez! Olha, vou enfiar bem devagarzinho, tá bom? Porra, Luiz, colabora... relaxa! Depois de tudo pelo qual passará, verá que foi bom pra tua paz de espírito! Então... abra, Luis, dê só uma abridinha!”
Mas, em vão! Até hoje, passados uns dez anos, o Luiz jamais voltou a qualquer urologista. Que Deus proteja a sua próstata!
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Dez Problemas da Arte de Conversar
Muitas vezes nos concentramos tanto no que tencionamos dizer que não ouvimos realmente o que a outra pessoa está dizendo. Se você ouvir atentamente os outros, eles prestarão mais atenção quando chegar a sua vez de falar
4. Evite expressões cediças
Não deixe que o apontem como “uma pessoa de poucas palavras, que as usa continuamente”.
Outras duas corruptelas mais modernas da palavra ou expressão são “a nível de” e “tipo...“, posto que a expressão correta é “ao nível do” ou “ao nível da”, ou "do nível do" ou "do nível da", e ela só pode ser utilizada em relação às águas dos mares e dos rios, do topo do prédio, do 3° andar, do cume ou de algum lugar da montanha ou morro, da altura de cruzeiro de uma aeronave, balão ou coisa semelhante, da profundidade de um submarino. Deve ser sempre relacionada com altura ou profundidade. Mas jamais “a nível de chefia”, “a nível de propaganda bem bolada” e a nível de outras mais.
Já o emprego da palavra “tipo” seguida de um “esclarecimento”, como “tipo cem reais”, “tipo dez horas” e mais “tipos...” é uma demonstração tipo Mary Shelley, criadora do monstro Frankenstein, pois quem o utiliza é um esmerado criador de tipos monstros lingüísticos.
Fuja desses exemplos estereotipados! E não faça citações de si mesmo! São poucas as pessoas tão espirituosas como Bernard Shaw, que podia gracejar: “ - Cito-me freqüentemente. Isso dá sabor à minha conversa!”.
5. Fale com precisão
Pare um instante para disciplinar suas palavras antes de falar; não mergulhe de cabeça numa frase, esperando que acabe dando certo. Evite pular de um tópico para outro; a conversa é mais interessante quando se prolonga um assunto por muito tempo para apreciá-lo do ponto de vista de quem dá e de quem recebe.
Muitos de nós somos culpados de tornar difícil a compreensão de nossa conversa com cacoetes e hesitações. Olhe de frente a pessoa com quem estiver conversando e não ponha a mão diante da boca para falar indistintamente. Não deve ser necessário que lhe peçam para repetir o que disse.
6. Faça as perguntas adequadas
Os bons entrevistadores – repórteres, advogados, psiquiatras etc – sabem que uma pergunta bem concebida e bem formulada ajuda a outra pessoa a se expandir. Indica um interesse sincero por ela e pelas suas opiniões.
Perguntas convencionais, no gênero de “Como vão as coisas?”, ou “O que há de novo?” não têm sentido. Por outro lado, perguntas do tipo “Como foi que o senhor começou o seu negócio?”, ou “Se tivesse de começar a vida de novo, escolheria esta cidade para morar?” indicam interesse sincero. E frases discretas como “”Não acha?”, ou “Qual é a sua opinião?” muitas vezes mantém a outra pessoa falando e evitam que nós falemos demais! 7. Aprenda a discordar sem ser desagradável
Muitas vezes o que mais importa não é o que se diz, mas a maneira de dizê-lo. Benjamim Franklin costumava observar diplomaticamente:
“Uma discussão amistosa muitas vezes enriquece uma conversa, mas não comece a discutir com uma declaração indiscriminada como “Detesto advogados. São todos uns chicanistas”. Tal observação dogmática fará com que todos os grupos tomem partido com uma violência que não permite conversação educada.
o
8. Evite interromper os outros
Se você por vezes se vir obrigado a cortar uma conversa, sua interrupção parecerá menos descortês com uma frase amável como “João, você me permite acrescentar uma coisa ao que acaba de dizer?”. Diga-se de passagem que a pessoa interrompida ouvirá com mais atenção se você usar o nome dela.
Se você próprio for interrompido, nunca insista em voltar depois ao mesmo assunto. Procure interessar-se pela nova conversa. Se as pessoas quiserem que você volte ao que estava discutindo, elas mesmas o dirão.
9. Procure ser tolerante e diplomático
Todos nós conversamos às vezes com pessoas que nos irritam ou nos aborrecem. Nesse caso, procure concentrar-se no assunto em discussão. Afinal de contas, os fatos são impessoais. Se você procurar honestamente assumir uma atitude generosa e tolerante, aprenderá a conversar muito melhor.
10. Elogiar um pouco às vezes facilita as coisas
Sua conversa será mais rica se você aprender a elogiar as pessoas – desde que os elogios sejam sinceros! Pode-se elogiar ao mesmo tempo que se exprime apreciação. PS: Este artigo, salvo pequena atualização realizada por mim, se constitui numa das aulas de oratória do Curso de Comunicações Verbais do Instituto Oswaldo Melantonio, São Paulo/SP, que, privilegiado, cursei, e que reorientou a minha vida numa guinada magnífica de 180 graus, para melhor.
I bibida prus músicus!
O Triplo Filtro

Brigado, Walter.
Chateau Mouton Rothschild

O sommelier, em vez de trazer a garrafa, para mostrar ao cliente, traz o decanter de cristal cheio de vinho e, depois de uma mesura, serve um pouco no cálice para o cliente provar. O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir os aromas, fecha os olhos e cheira o vinho. Inesperadamente, franze a testa e com expressão muito irritada pousa o copo na mesa, comentando ríspidamente:
-Isso aqui não é um Mouton de 1928!
O sommelier assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é! Estabelece-se uma discussão e, rápidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chef de cuisine e o gerente do hotel que tentam convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um Mouton de 1928.
De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza, que aquele vinho não é um Mouton de 1928.
- O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente, modestamente, e sou eu que faço o Mouton Rothschild!
Consternação geral.
O sommelier, então de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse, pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, mas explica seus motivos:
- Desculpe, mas não consegui suportar a idéia de servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante. Afinal o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon, que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é feita na mesma época, a poda é a mesma, e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se afirmar que os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica.
Rothschild, então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o sommelier pelo braço e murmura-lhe ao ouvido:
- Quando voltar para casa esta noite, peça à sua namorada para se despir completamente. Escolha duas regiões muito próximas do corpo dela e faça um teste de olfato. Você perceberá a diferença que pode haver numa pequeníssima diferença geográfica!
PS: Este post foi abocanhado, impensadamente (?), do site do Fernando Stickel, que considero muuuuuito bom. Façam uma visita nele e confirmem!
I bibida prus músicus!
Papo de galinha choca na Manicure
Entreouvido ao passar pela porta aberta de um salão de manicure/pedicure na Av. Cel. Mendes, aqui no Manejo, após ter passado pela janelona envidraçada do mesmo e através da dita cuja podia-se observar umas quinze mulheres, entre atendendes e clientAs:
- Tem três assuntos sobre os quais nunca mais eu falo...
I bibida prus músicus!
domingo, 29 de abril de 2007
Difícil de Aceitar
(Se um dia o Bush vier morar no Brasil, desejo que ele se torne framenguista pra sofrer cotidianamente com as desgraças desse time e pagar pelos pecados que anda cometendo.)
E um blogueiro, um grande blogueiro, sagaz, excelente observador político, que mistura inteligentemente de tudo do cotidiano no seu blog, sério, às vezes, em outras, utilizando com refinada sutileza a sua verve humorística, com tudo isso, entretanto, ele aparenta, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, ser portador do desvio chamado de Síndrome do Abacaxi, aquele em que o sujeito aproveita as cascas do abacaxi para fazer refresco e que, metaforando, como o nosso prefidente Loola, abraça as cores e os símbolos de seu time como se fossem coisas sagradas.
Descobri o seu blog, de fato, hoje, navegando um par de horas pelos seus dois últimos meses. Pretendo, porém, chegar no seu primeiro cuinhééééééééé, ocorrido em abril de 2003.
É uma respeitável caminhada!
Ele já constava dos meus preferidos. Agora incluí-o, com muita satisfação, no meu blog e recomendo aos meus amigos que o visitem. Tenho absoluta convicção de que todos o apreciarão. Seu capitão se chama Fernando Cals e seu endereço eletrônico é observador.blogbrasil.com.
E nessa minha navegada, descobri um post do qual resolvi capturar a imagem da camisa da LUBRAX, aliás, do Framengo, sem a devida licença dele, mas sei que ele vai me perdoar, e fí-lo porque achei um grande pecado venial comparar essa vestimenta horrorosa com o Manto Sagrado.
Onde é que nós estamos! E se o Papa, que está para chegar no Brasil, nas suas navegadas pelas madrugadas (- Tão pensando que ele não faz isso? Duvidam de mim? Confirmem com o Vaticano!) descobrir esse blog e esse post? Se virar framenguista, juro que largo da mulher e mudo de mala e cuia pra igreja do Bisbo Mazedo!
Em todo o caso aí está o produto da minha afanação:
Explicando:
Primeiro, pra levantar o moral do meu filho Gu (Gustavo), que anda meio jururu, pois tenho observado certas evidências de que ele anda amargurado por ter trocado o Fluminense pelo Framengo. E ele já tinha 25 anos, puta merda!
E segundo, para paparicar, aliás, homenagear, porque não sou de paparicar ninguém, porque quem paparica é papariqueiro e eu não sou nenhum papariqueiro, e se alguém me chamar de papariqueiro eu mando pros quintos dos infernos, e... onde é que eu estava mesmo? Ah! Achei! Como eu dizia, o segundo motivo é para homenagear esse a quem passo a chamar de amigo, o Senhor Fernando Cals (Se não botar bronca por causa do meu ato impensado(?), ao me apossar da imagem do seu blog!) e agradecer-lhe por manter nos posts de seu blog mensagens de puro altruísmo, de informações sem as máscaras da dissimulação ou da dubiedade e de momentos de pura descontração pipocados adequadamente.
- O título deste post encabeça a matéria do post correspondente do Fernando. Outra roubadinha minha!
I bibida prus músicus!