
Não diz se será feriado, mas conhecendo a galera (e aí me incluo)... E se cair numa quinta ou numa sexta... Inté!
Mas pera aí: como o dia 15 já é feriado nacional e se este dia 15 cair numa terça, aí o dia 17 cai numa quinta... Uau! Qui legal!
Com essa penada, nosso governador, que devia estar passando por uma crise de barriga desgraçada naquele momento, conseguiu transformar o que sempre foi um dia comum e corriqueiro em mais uma data de lamentações para os integrantes da chamada maior torcida brasileira.
Esse também é o Dia de Santo Alfeu. Dia da Penitência, também. Amém!
Pergunte pra qualquer flamenguista se ele sabe quem foi Santo Alfeu e você terá como resposta: “- Ô meu, aqui po ce, ó!”, acompanhada erradamente daquele gesto de boas-vindas onde as pontas dos dedos polegar e indicador se unem para formar um círculo e que os americanos dão seqüência com um sorridente “- Ok, my boy!"
Foi bom essa data ter caído junto com o Dia da Penitência, que é do que os flamenguistas estão acostumados: mais um dia de choro e lamentações, entre tantos os que eles têm durante todo o ano. Se fosse num outro dia, poderiam estranhar.
E a merda é que o assinador dessa instituição abriu a porteira para o presidente Loola também instituir o dia dus curintiânus, só que a caneta du homi joga tinta pru Brasil inteiro. Será uma data de caráter nacional. É mole?
Se o decreto tivesse instituído o Dia do Fluminense, tudo bem, sem quaisquer motivos para reclamações. Afinal, nós, tricolores, estamos acostumados com mesuras dessa natureza e elas fazem parte do nosso dia-a-dia, em virtude do nosso passado, glorioso e triunfante, e do nosso presente, firme e confiante. Pois quem desconhece que o nosso time é considerado como um dos ícones do futebol brasileiro e mundial, em cujos campos nossas equipes sempre tiveram atuações inesquecíveis e incomparáveis? E os nossos Títulos? E a nossa Sala de Troféus?
Caso o governador assim o fizesse, eu sugeriria que ele nomeasse um escolhedor para definir de um modo justificativo a data para um ato de tal magnitude – tratando-se do Fluminense – e não ir simplesmente "Vamu assinanu essa bosta ki adipois a genti vê!".
Prontifico-me, desde já, se nomeado como escolhedor fosse, a sugerir o dia 4 de julho, não por ser o dia do meu aniversário, mas por ser o dia do fuzuê nacional dos americanos (Se a segunda data lembrar a primeira, será uma mera lembrança, morou?), atualmente os reis do pedaço. E também porque é o dia de Santa Maria Goretti, São Domingos e Santo Isaias, todos os três realmente trabalhadores e milagreiros e com suas figurinhas guardadas em carteiras pelo mundo todo. Num é ua coiza divina i maraviliosa prum dia çó?
Sai da minha cachola, neste momento, uma pergunta que diz respeito ao que estou escrevendo:
- Porque escrevo tanto sobre o Fluminense, sendo que abri esta crônica apontando para o Flamengo, que deveria monopolizar a minha atenção na sua feitura?
É muito simples de responder:
Por que os times do Flamengo, via de regra, tremem na hora do “- Tamu xeganu lá, si Deus quizé!” e sempre derramam o leite do pires na hora do pega-pa-capá. É um almoxarifado permanente de derrotas, frustrações e tristezas que os seus torcedores carregam por todas as suas vidas, engrossando a procissão dos que entram direto no paraíso, visto que em suas vidas terrenas sempre foram sofredores, gente de quem se diz que tem preferência depois que bate as botas.
A começar pelas suas cores, preta e vermelha. E o diabo é que tem que ser essas cores horrorosas mesmo. Escolheram, tá escolhido! Vão chorar no cacha-prego! Peçam pro governador baixar outro decreto mudando-as. Mas não implorem por algo com um grená, um verde ou um branco. - Óia çó ki maravilia otra veiz, num é mezmu? Podem escolher um roxo e todas as variações de cinza. Verde bosta (mostarda) pode, em todo caso, assim como violeta, ameixa e lavanda!
Esqueçam a cor preta, que significa N-A-D-A, a negação de tudo, do frio, da luz, da alegria. E a cor vermelha, querem saber o seu significado? De verdade? Não são capazes de fazerem as suas próprias definições? Querem saber de mim, mesmo? Então, lá vai:
- No momento, me esqueci de todas, mas prometo responder na próxima ocasião!
Aviso aos meus leitores que ao redigir esta crônica, fí-lo com o intuito de paparicar o meu filho Gu, único desgoelado na nossa família de tricolores, e aos meus amigos que teimam de joelhos postados sobre milho pela cartilha do Flamengo. Os meus homenageados poderão ficar desorientados com o que escrevi aqui mas, tenho a convicção de que dirão que ganharam o dia vendo o escudo pavoroso do seu time esmerdeando a página do meu brog, ainda mais que eles continuam meio entorpecidos depois da conquista do campeonato estadual na semana que passou.
Também, puta merda, em cima do coitadinho do Madureira!
I bibida prus músicus!
Esse também é o Dia de Santo Alfeu. Dia da Penitência, também. Amém!
Pergunte pra qualquer flamenguista se ele sabe quem foi Santo Alfeu e você terá como resposta: “- Ô meu, aqui po ce, ó!”, acompanhada erradamente daquele gesto de boas-vindas onde as pontas dos dedos polegar e indicador se unem para formar um círculo e que os americanos dão seqüência com um sorridente “- Ok, my boy!"
Foi bom essa data ter caído junto com o Dia da Penitência, que é do que os flamenguistas estão acostumados: mais um dia de choro e lamentações, entre tantos os que eles têm durante todo o ano. Se fosse num outro dia, poderiam estranhar.
E a merda é que o assinador dessa instituição abriu a porteira para o presidente Loola também instituir o dia dus curintiânus, só que a caneta du homi joga tinta pru Brasil inteiro. Será uma data de caráter nacional. É mole?
Se o decreto tivesse instituído o Dia do Fluminense, tudo bem, sem quaisquer motivos para reclamações. Afinal, nós, tricolores, estamos acostumados com mesuras dessa natureza e elas fazem parte do nosso dia-a-dia, em virtude do nosso passado, glorioso e triunfante, e do nosso presente, firme e confiante. Pois quem desconhece que o nosso time é considerado como um dos ícones do futebol brasileiro e mundial, em cujos campos nossas equipes sempre tiveram atuações inesquecíveis e incomparáveis? E os nossos Títulos? E a nossa Sala de Troféus?
Caso o governador assim o fizesse, eu sugeriria que ele nomeasse um escolhedor para definir de um modo justificativo a data para um ato de tal magnitude – tratando-se do Fluminense – e não ir simplesmente "Vamu assinanu essa bosta ki adipois a genti vê!".
Prontifico-me, desde já, se nomeado como escolhedor fosse, a sugerir o dia 4 de julho, não por ser o dia do meu aniversário, mas por ser o dia do fuzuê nacional dos americanos (Se a segunda data lembrar a primeira, será uma mera lembrança, morou?), atualmente os reis do pedaço. E também porque é o dia de Santa Maria Goretti, São Domingos e Santo Isaias, todos os três realmente trabalhadores e milagreiros e com suas figurinhas guardadas em carteiras pelo mundo todo. Num é ua coiza divina i maraviliosa prum dia çó?
Sai da minha cachola, neste momento, uma pergunta que diz respeito ao que estou escrevendo:
- Porque escrevo tanto sobre o Fluminense, sendo que abri esta crônica apontando para o Flamengo, que deveria monopolizar a minha atenção na sua feitura?
É muito simples de responder:
Por que os times do Flamengo, via de regra, tremem na hora do “- Tamu xeganu lá, si Deus quizé!” e sempre derramam o leite do pires na hora do pega-pa-capá. É um almoxarifado permanente de derrotas, frustrações e tristezas que os seus torcedores carregam por todas as suas vidas, engrossando a procissão dos que entram direto no paraíso, visto que em suas vidas terrenas sempre foram sofredores, gente de quem se diz que tem preferência depois que bate as botas.
A começar pelas suas cores, preta e vermelha. E o diabo é que tem que ser essas cores horrorosas mesmo. Escolheram, tá escolhido! Vão chorar no cacha-prego! Peçam pro governador baixar outro decreto mudando-as. Mas não implorem por algo com um grená, um verde ou um branco. - Óia çó ki maravilia otra veiz, num é mezmu? Podem escolher um roxo e todas as variações de cinza. Verde bosta (mostarda) pode, em todo caso, assim como violeta, ameixa e lavanda!
Esqueçam a cor preta, que significa N-A-D-A, a negação de tudo, do frio, da luz, da alegria. E a cor vermelha, querem saber o seu significado? De verdade? Não são capazes de fazerem as suas próprias definições? Querem saber de mim, mesmo? Então, lá vai:
- No momento, me esqueci de todas, mas prometo responder na próxima ocasião!
Aviso aos meus leitores que ao redigir esta crônica, fí-lo com o intuito de paparicar o meu filho Gu, único desgoelado na nossa família de tricolores, e aos meus amigos que teimam de joelhos postados sobre milho pela cartilha do Flamengo. Os meus homenageados poderão ficar desorientados com o que escrevi aqui mas, tenho a convicção de que dirão que ganharam o dia vendo o escudo pavoroso do seu time esmerdeando a página do meu brog, ainda mais que eles continuam meio entorpecidos depois da conquista do campeonato estadual na semana que passou.
Também, puta merda, em cima do coitadinho do Madureira!
I bibida prus músicus!