sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Fauna - 1












































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- Imagens recebidas por email da minha grande amiga e jornalista Célia Borges, titular do blog Minha Aldeia Global, onde, além de crônicas e comentários jornalísticos, agrega informações sobre paisagismo, jardinagem, saúde, fatos históricos da região e tudo o mais que o seu vasto conhecimento permite.
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- Clique nas imagens para ampliá-las e desculpe-me se coloco este aviso somente agora, no final. É que se introduzí-lo no início, tudo se transforma numa salada completa e então, adeus ampliação.
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- Mensagem em power point com música de fundo disponível para os interessados. Basta me mandar um email ou deixar um recado com o seu email nos comentários desta postagem.

- I bibida prus músicus!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Estradas muito loucas 1

Convido os amados visitantes deste blog a apreciar algumas obras de engenharia que o gênio humano construiu por esse mundo afora, nesta oportunidade centradas unicamente em estradas. As apresentadas aqui podem parecer esquisitas à primeira vista, mas todas tiveram motivos suficientes para justificar as suas construções peculiares, inusitadas e certamente funcionais. E pelo bizarro que algumas apresentam, permito-me tecer algumas observações pertinentes, o que, naturalmente, poderá também ser feito por vocês.

Passeemos, portanto.
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Localizada em Millau, a Sudoeste da França, e entregue ao tráfego recentemente, esta ponte, considerada a mais alta do mundo, como que desafia as leis da física, ultrapassando o obstáculo topográfico representado pelo vale do Rio Tarn numa extensão de 2460 metros de autopista e altura de 343 metros, superando a Torre Eiffel, tendo sido projetada para descongestionar o tráfego e diminuir em mais de 100 quilômetros a rota que conecta Paris ao Mediterrâneo.

Sobre ela, montei um post exclusivo em 20.10.2007, com alguns detalhes sobre as suas características principais e que você pode conferir acessando
aqui.


Não sei onde fica mas, pelas placas dominantes dos carros, parece ser Los Ângeles.

México, próximo à fronteira com os EUA

Autobahn, Alemanha

Eita, coisa gostosa! Velocidade permitida numa autobahn alemã. Em quilômetros por hora! Pensou que era em milhas por hora, hem?

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E claro! Não podemos deixar o Brasil fora dessa apresentação! Vamu qui vamu!

BR-230 ou Transamazônica. Inaugurada em agosto/72, projetada para ter 8000 km pavimentados para conectar o Norte e o Nordeste com o Peru e Equador.

Hoje, mais de 35 anos passados de sua inauguração, tem 2300 km (3ª maior do Brasil) e corta o Pará e Amazonas.

Se você gosta de OFF-ROAD é um prato cheio!
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- Brigado, Ângela, pela remessa da mensagem! Valeu!

- I bibida prus músicus!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O bêbado culto

Riqueza semântica

Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

O candidato responde:

- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:

- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic!) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic!) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic!) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic!) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic!). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. merece (hic!) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic!), seus pertences, coisas ou bagulhos (hic!) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic!) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu!

Brigado, Divina Scarpim , i bibida prus músicus!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

O ceguinho e a Sueli

O ceguinho estava há tempos sem dar uma… e vivia pedindo: “Arruma uma mulher pro ceguinho, arruma!”

Um amigo, já de saco cheio, resolve dar uma força pro ceguinho, e diz que vai arrumar uma mulher pra ele. O ceguinho vai pra casa e fica esperando…

Logo batem na porta.

- Quem é?

- É a Sueli. Vim a mando de um amigo pra resolver o seu problema.

O ceguinho todo entusiasmado abre a porta, e a mulher entra e senta-se na cama. Ele diz:

- Como você está vestida, heim?… heim?… heim?

- Botinha de couro, saia justa, blusinha de seda e nada por baixo!

- Ahhhh!!!… - suspira o ceguinho.- É hoje!

- Tira a botinha, tira! Como que você está agora?

- Descalça, deitada na cama!

- Ai, meu Deus, é hoje! Tira a blusinha, tira! … Como é que você está agora?

- De seios nus, só de sainha!

- Tira a saia. Tira a saia, pelo amor de Deus! … E agora? Como está?

- Estou nua, deitada na cama, só esperando meu garanhão dizer como quer!

- Sueli,…você já fez 69?

- É claro! Isso foi há 6 anos!

é isso, por fernando stickel (Meu amigo!)
I bibida prus músicus!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Resposta da GM à Microsoft

Numa recente feira de informática (Comdex), Bill Gates fez uma infeliz comparação entre as industrias de computadores e a automobilística, declarando:

“- Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente, tanto quanto a indústria de computadores, estaríamos dirigindo carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas por galão (algo como 420 km/l)”.

A General Motors, por sua diretoria responsável pela área de comunicações, respondeu “na bucha”, divulgando o seguinte comentário:

“ -Se a Microsoft fabricasse carros:

01 - Toda vez que eles repintassem as linhas das estradas você teria que comprar um carro novo.

02 - Ocasionalmente, dirigindo a 100 km/h, seu carro morreria na auto-estrada sem nenhuma razão aparente e você teria apenas que aceitar isso, sem compreender o por quê! Depois, deveria religá-lo. Para isso, teria que desligar o carro, tirar a chave do contato, fechar o vidro, sair do carro, fechar e trancar a porta, tornando a abri-la e entrar novamente. Em seguida, sentar-se no banco, abrir o vidro, colocar a chave no contato e ligar novamente. Depois, bastaria ir em frente.

03 – Ocasionalmente, a execução de uma manobra a esquerda poderia fazer com que seu carro parasse e falhasse. Você teria então que reinstalar o motor! Por alguma estranha razão você aceitaria isso como “normal”.

04 - A Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente confiável, cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de dirigir. Mas apenas poderia rodar em 5% das estradas.

05 - Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídas por um simples “Falha Geral ou Defeito Genérico” (permitindo que sua imaginação identifique o erro!).

06 - Os novos assentos obrigariam todos a terem o mesmo tamanho de bunda.

07 - Em um acidente, o sistema de air bag perguntaria: 'Você tem certeza que quer usar o air bag?'.

08 - No meio de uma descida pronunciada, quando você ligasse o ar-condicionado, o rádio e as luzes ao mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma mensagem do tipo “Este carro realizou uma operação ilegal e será desligado!”

09 - Se desligasse o seu carro utilizando a chave, sem antes ter desligado o rádio ou o pisca-alerta, ao ligá-lo novamente, seriam checadas todas as funções do carro durante meia hora e ainda lhe daria uma bronca para não fazer isto novamente.

10 - A cada novo lançamento de carro você teria de reaprender a dirigir. Coisa fácil: voltaria à auto-escola para tirar uma nova carteira de motorista.
11 - Para desligar o carro você teria de apertar o botão “Iniciar”.

12- A única vantagem: seus netos saberiam dirigir muito melhor do que você!

- I bibida prus músicus!

- Matéria encontrada no blog da Nice Pinheiro, em cuja horta sempre acho coisa bacana!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Ressuscitação do blog Ó PA QUI, Ó . . .

Aaaaaaaleluia! Aleluia!

Caros Irmãos! Saudações!

Informo aos meus queridos amigos que estou ressuscitando – Aleluuuuuuia, irmãos! - o meu antigo blog Ó pa qui, ó. . . por razões simples, porém consistentes, tendo, para isso, empregado técnicas emanadas de origem desconhecida, outras amealhadas de alguns conhecimentos da medicina oriental, de fundamentos da aritmética desproporcional e da projeção de algumas formas da geometria descritiva em 3D, conforme passo a explicar.

Pra início de conversa: eu não precisava tê-lo assassinado no dia cinco deste mês de fevereiro. Foi uma burrice total, uma atitude vergonhosa e completamente estranha entre os papagoiabenses, pois deveria ter atentado para o que surgiria a seguir ao seu falecimento, como a minha pretensão, surgida nestes dias, de copiar matérias, fotos e vídeos do Site Oficial de Resende, naturalmente com as devidas autorizações de seus autores, e publicá-los em um blog meu, visitado por pessoas espetaculares de todo o Brasil e do exterior (Eita, ferro! Viu, Manhê! Me lembrei dos nossos parentes lá nos isteites!), quiçá por ETs.

Ora, queridos irmãos! Essa copiação não deve ser feita no meu blog Norrival, que é colaborador online do Site Oficial de Resende, dado que o que copiarei de lá, de outros colaboradores, poderá, numa falha da central de informações de sua rede de informática, reproduzir algo que já está publicado em seu corpo.

A alternativa então será publicar aquilo que desejo copiar e que está publicado no Site Oficial de Resende em outro blog, novo, assim como publicar neste novo blog matérias não especificamente próprias da linha editorial do blog Norrival, ou cujos textos não sejam comedidos no uso de termos considerados chulos, para muitos como de baixo calão, indecentes, próprios de ignorantes, de desconhecedores de sinônimos, de alienados do idioma, inapropriados, enfim.

Por isso, amados irmãos, tomei a decisão histórica, transformável em efeméride: estou ressuscitando o meu querido blog Ó pa qui, o . . . – Aleluuuuuuia, irmãos! - que voltará aos seus tempos de publicar aquilo que por uns tempos deixei na câmara fria trancafiado com sete chaves e que, de certa forma, me amordaçava um pouquinho, represando o meu jeito debochado de moleque-papagoiaba-semi-alfabetizado-tricolor, dono de CPF e de RG do RJ e de SP e gozador.

Se a competentíssima cúpula diretora do Site Oficial de Resende, por seu turno, quiser aproveitar alguma coisa do blog ressuscitado – Aleluuuuuuia, irmãos! – não tem problema nenhum. Podem ficar à vontade e copiar o que quiserem, desde que mencionada a fonte da sua origem. Previno-os somente de que doravante deverão selecionar com muito cuidado a matéria publicada, principalmente porque coloquei para atirar da minha bodoqueira palavras que eu havia colocado em desuso, como vppqp, vtnc e fdp, que serão estrategicamente colocadas, amiúde e sistematicamente, nos meus textos do blog Ó pa qui, ó . . . e que poderão provocar situações querelentes com seus visitantes e anunciantes.

Então, feita essa peroração, e nessas circunstâncias, resta implorar – Aleluuuuuuia, irmãos! - aos antigos visitantes do blog Ó pa qui, ó . . . e atuais visitantes do blog Norrival que por favor, please, por piedade, me perdoem, nunca mais eu faço isso, eu juro por tudo quanto é sagrado, dou minha palavra de honra, mas façam as devidas anotações concomitantes, se ainda me derem essa honra, se eu for merecedor de suas complacências, ou benevolências ou condescendências, de permitirem que eu permaneça sob as suas graças e que suas bênçãos continuem a cair sobre mim, mesmo tendo de suportarem mais esta minha idiossincrasia.

Se errei no passado, corrijo no presente para permaneçer no futuro! (Ôh djoido, sô! Em que baú andei mexendo?)

Améééém! Et Dooooominus vobiiiiiiiiiiiscuuuuuuuum!

Iiiiiiiiiiiii bibida prus múúúúúúúsicus!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O velho galo e o galo gay

Um fazendeiro resolveu trocar o seu velho galo que já andava meio borocochô por outro mais jovem, que desse conta das inúmeras galinhas que possuia. Ao chegar o novo galo e percebendo que perderia as funções, o velho galo foi conversar com o seu substituto:

- Ôh, meu! Sei que já estou velho e é por isso que meu dono o trouxe aqui, mas será que você poderia deixar pelo menos duas galinhas pra mim?

- Que é isso, velhote? Vou ficar com todas.

- Mas só duas... Ainda insistiu o velho galo.

- Não! Já disse! São todas minhas!

- Então vamos fazer o seguinte - propõe o velho galo - apostamos uma corrida em volta do galinheiro. Se eu ganhar, fico com pelo menos duas galinhas. Se eu perder, são todas suas.

O galo jovem mede o velho de cima pra baixo e pensa que, certamente, ele não será capaz de vencê-lo.

- Tudo bem, velhote, eu aceito! Vai ser a maior moleza!

- Já que, realmente minhas chances são poucas, deixe-me ficar vinte passos à frente, pediu o galo.

O galo mais jovem pensou por uns instantes e aceitou as condições do velho galo.

Iniciada a corrida, o galo jovem dispara para alcançar o velho galo que faz um esforço desgraçado para manter a vantagem, mas rapidamente está sendo alcançado pelo mais novo. O fazendeiro vê aquela agitação, pega a sua espingarda e atira sem piedade no galo jovem.

Guardando a arma, comenta com a mulher:

- Num tô intendendo, uai! Já é o quinto galo gay que a gente compra esta semana! O filho da mãe largou as galinhas e estava correndo atrás do velho galo. Vê se pode!

Moral da história: NADA SUBSTITUI A EXPERIÊNCIA!

I bibida prus músicus e uma taça pra Nice Pinheiro, em cujo lago joguei a minha tarrafa e pesquei esse peixe!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Morte do blog < Opaquio >, nascimento do blog < Norrival >

MENTIRA! MENTIIIIIIIRA!
O
ESTE BLOG RESSUSCITOU HOJE, 13.02.08!
O
AGORA EU TENHO DOIS BLOGS!
O
ESTE AQUI E O BLOG Norrival.
O
Caros Amigos:

Comunico a todos que a partir ontem, 04.02.2008, deixei de postar neste blog , dando como encerrada a sua missão. A última postagem realizada nele foi “O urinol da Madame Pompadour”.

Para substituí-lo, criei um novo blog, cujo endereço eletrônico é
http://norrivalduarte.blogspot.com/ e o seu nome será Norrival, devendo seguir a mesma linha de raciocínio que eu aplicava no <Ó pa qui, ó...>.

A razão principal dessa mudança foi prover-me de um blog com configuração mais simples de operar.

Pretendo - e já comecei a fazer isso - atualizar, revisar e transferir muitos posts deste para o novo blog, com o que colocarei à disposição do Site Oficial de Resende, do qual sou colaborador online, assim como dos novos visitantes, uma grande sortida de posts que, de outra maneira, ficariam simplesmente arquivados neste falecido blog, cujo acervo completo permanecerá à disposição de qualquer interessado, permanecendo o procedimento utilizado para acessá-lo sem qualquer alteração.

Peço a todos a cuja lista de “Preferidos” eu tenha a honra de pertencer e que permitam que nela permaneça que procedam à modificação do nome do blog e do endereço eletrônico para acessar o novo blog Norrival, cuja cabeça é esta aqui embaixo :


Um grande abraço a todos, daquele que espera uma visitinha esporádica no seu novo blog. Se deixar um recadinho lá, faço uma baita de uma festa, mesmo que seja: “- Pô, Norival! Continua a mesma merda, cacete!”


I bibida prus músicus!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

O urinol de Madame Pompadour


Desde a sua publicação em 02.10.2007, no site de meu amigo Ery Roberto Corrêa, felizardo morador de Curitiba, sempre tive uma vontade louca de publicar integralmente no meu blog esse seu post intitulado O urinol de Madame Pompadour.


Confesso que entre muitos dos meus sites favoritos, que denomino no meu blog como “Fontes de onde bebo”, existem alguns que se eu não consultar umas três ou quatro vezes por dia fico com a impressão que passei boa parte desse período sem respirar. E o site do Ery é um deles e quando tem post novo... ah! aí é sempre uma festa para mim!


Além de excelente escritor, é webdesigner, arte que lhe possibilita brincar com a aparência de seu site, apresentando-o aos seus visitantes sempre com um visual novo e inovador; arte que lhe possibilita construir capas de livros, como a última, do livro de Valter Ferraz, “Capão, outras histórias”, publicado no final do ano passado.


É assim que, lá de Curitiba, sempre me enche de admiração pelas suas criações, seus escritos e principalmente pela sua excelente percepção do que é bonito de se ver, do que é agradável de se ler, do que é interessante de se conhecer, não deixando também de mostrar o seu lado alegre e gozador, brindando-nos amiudamente com fatos e piadas que nos fazem rir gostosamente sem cair nas armadilhas do que é vulgar.


E ontem, munido de uma colossal coragem e vontade de realizar o meu desejo há tanto amordaçado, solicitei-lhe, como de outras vezes anteriores, autorização para publicar esse seu post no meu blog, no que fui prontamente atendido por ele, como sempre de forma prazeirosa e gentil, e com o que, além de enriquecer o meu blog, proporciono um brinde diretamente aos meus visitantes com o que considero uma pérola nacional da Internet.


A partir daqui, tudo pertence a esse post. Vocês vão gostar dele pacas, tenho absoluta convicção!


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Os anjinhos não compõem a imagem original e foram aqui montados apenas para ilustrar.


O saudoso crítico paulista Francisco Luis de Almeida Salles tinha razão quando disse, referindo-se a Olavo Drummond, que "surgiu um contista claro, realista, gracioso, tão mineiro na sua visão das criaturas como a própria humanidade que ele trata nas suas alegrias e tristezas".

Aprendi a gostar do Olavo quando achei seu livro "O vendedor de estrelas" (Editora Arx – São Paulo, 2003, 2ª. edição) na Feira do Livro do ano passado, aqui em Curitiba.

Havia preparado um post sobre um conto engraçadíssimo incluído neste livro, mas descobri uma nota que fazia veemente menção sobre os direitos da obra, cedidos à Editora Siciliano S.A., proibindo reproduções parciais ou totais do conteúdo. Há mais de uma semana enviei um e-mail pedindo permissão para isto, mas não recebi resposta.

Só me restou um caminho: recontar o conto.

Ele é gostoso de se ler porque não dá vontade de parar e contém muito daquela fotografia exuberante feita por Almeida Salles, presente na menção citada. Evidente que o adjetivo gracioso está aqui não apenas em suas significações mais conhecidas de "generosidade" e "graça", mas muito principalmente com o sentido substantivo da comicidade típica do teatro do Século de Ouro espanhol.

Enfim, bom é ler e rir. Pena que certamente não tenha o mesmo efeito recontado por mim. Considerem, porém, meu esforço. Preservarei os nomes de logradouros e personagens e tentarei ser o mais fiel possível ao contexto original. Espero que não me processem. Boa leitura.

O urinol de Madame Pompadour


O ricaço cafeicultor mineiro, coronel Pereirão, tinha recém casado com Ambrosina. Logo nos primórdios da união descobriu que a amada sofria de uma curiosa compulsão. Nem bem havia acabado as sessões de louco amor, a mulher saia em desabalada carreira em direção ao reservado de banhos para se aliviar daquele inapelável ataque diurético.


Um prosaico e sem gosto penico de galalite, onde se lia dupla saudação inscrita em azul – “bom dia” e “boa noite” – na tampa, foi solução nas primeiras semanas. O coronel, tomado de intensa paixão, resolveu dar um fim naquela peça insólita ao decidir decorar a intimidade da consorte apelando para a França. Requisitou um modelo de porcelana de Sévres, com especial requinte, que tornasse a beleza líquida de Ambrosina especialmente decorada.


Se aquela nobre raridade pertencera ou não à Madame Pompadour, era caso de menos importância. O que interessava é que havia saído de um famoso antiquário de Paris e agora estava ali naquele casarão da pequena Serrania, sempre à disposição para socorrer as cada vez maiores esguichadas da doce amante.


Ambrosina ficou encantada com o presente. A peça de Sévres tinha dois anjinhos, em biscuit dourado, enfeitando a alça da tampa. Havia até um certificado, o signatário pouco importava, comprovante da legitimidade do urinol que teria servido aos alívios da favorita de Luiz XV.


A mulher freqüentou tanto aquele vaso portátil que o coronel desfaleceu por não agüentar as avalanches sexuais. Acometido de tísica foi abotoado num pijama de madeira, deixando triste neste mundo a vigorosa viúva.


Ambrosina amadureceu a viuvez cuidando dos anjinhos do urinol como se fosse uma reverência ao falecido. Quando o conforto já se instalava lhe apareceu um terceiro anjinho, só que de carne e osso, na potência dos floridos vinte e poucos anos. O mancebo acabou causando um rebuliço na pequena Serrania. O pretexto inicial de sondar o preço do café da viúva, utilizado por Pedrinho Valente, acabou em nova paixão para a balzaquiana.


A cidadezinha comentava e não entendia a relação. Era estranha aquela trintona experiente passar a perna nas meninas casadoiras assim tão impunemente. Todo mundo queria descobrir o verdadeiro motivo da gamação de Pedrinho por Ambrosina, a misteriosa senhora do casarão. Ele confessou ao padre encarregado de oficiar a união que ela tinha uma orquestra dentro de si.


Pouco tempo e o urinol de Madame Pompadour voltou a receber a líquida descarga de um amor cada vez mais insaciável.


Pedrinho Valente operava transações de café e tinha que viajar para Monte Santo. Ia negociar com o coronel Pedro Paulino. Ainda na estrada foi acometido de uma concreta nostalgia que lhe afligia a alma e corroia o coração. Sua cabeça girava ao relembrar do gozo de Ambrosina que vazava daquelas contorções e gritos frenéticos e depois produzia um estado de voluptuosidade que a levava ao nobre penico. Os tímpanos beiravam ao estouro só de lembrar daqueles jatos maravilhosos retinindo na porcelana da Rive Guache. Tomado de inigualável ardor e já incomodado por interminável ereção, tendo até ensaiado mentalmente um majestoso improviso para recitar à amada, deu meia-volta e retornou para casa.


Lá chegando e indo direto ao palco do desejo deu com uma Ambrosina como que literalmente pega em flagrante, deitada sobre a cama acusadoramente desarrumada, ainda com a respiração arfante e pele suada. Sobre o criado-mudo, ainda não guardado, o "santinho" do alcaide Necésio, propaganda de candidato a deputado. Foi um choque. Pedrinho nem precisou perguntar e Ambrosina já foi explicando:


– Meu amor, ele só veio entregar a propaganda. Quer o meu voto, mas acho que não vou dar. Além do mais ele também é dos tais que prometem tudo, mas na hora da onça beber água escondem o líquido.


Para provar sua verdade picou a propaganda em pedacinhos e destampando o vaso cheio mandou o prefeito boiar aos pedaços lá dentro do urinol. Valente caiu em amargura e adoeceu. Sentindo as dores de uma galhada crescente em sua cabeça não resistiu e, em poucos dias, morreu consumido por cruel decepção.


Acometida de profundo remorso, a insaciável desabou doente. Tempos antes de passar do estado líquido para o gasoso e viajar para o além, foi ao cartório e fez o testamento dos seus bens doando-os à paróquia. Cuidou de separar o urinoir de Pompadeour para presentear Eleutéria, sua honorável amiga, esposa de conhecido boticário. Sem saber do que se tratava o casal adotou a linda relíquia como um enfeite e elegeu a mesa de centro da sala para acolhê-la. Em perfeita disponibilidade à visão das inúmeras visitas que por ali passavam, numa tarde foi vista por um caixeiro viajante, vendedor do sal de frutas Eno, que se encantou com a peça e resolveu fazer oferta irrecusável para levar o achado para São Paulo.


Conta-se que, depois de possivelmente ser arrematada em leilão, a porcelana de Sévres foi vista pela última vez numa mansão do Morumbi, agora servindo como sopeira de jantares festivos.

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I bibida prus músicus!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Dando uma baita força!

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Água faz mal! Ou melhor: - Água faz mal?

Foi comprovado em pesquisa cientifica que se você beber mais de um litro de água por dia, ao final de um ano terá ingerido mais de 1 quilo de coliformes fecais que estão diluídos na água, ou seja, um quilo de bosta!

Já bebendo cerveja, você não corre esse risco, uma vez que coliformes fecais não sobrevivem ao processo de produção da cerveja!

Por isso, comunique a todos os que o cercam e que bebem 1,5 litros de água por dia, numa permanente babaquice aquobostífera, que essa porra faz mal!

Principalmente para aquele seu colega de trabalho que tem uma garrafinha de água em cima da mesa e fica se achando “o saudável”.

Se não quiserem acreditar, danem-se, continuem bebendo MERDA!

Eu, bebedor de cerveja, fiz a minha parte... Avisei! Afinal, amigo é pressas coisas!

Quem tiver consciência chegará à seguinte conclusão:

É muito melhor tomar cerveja e falar MERDA, do que tomar MERDA e não falar porra nenhuma!

I bibida prus músicus porque hoje é caaaaaaaaarnaval!

- Brigado, Walter!

Em Salvador, oito presos fogem de contêineres usados como cela

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Bandnews - Em Salvador, oito presos fugiram, neste sábado, de contêineres usados como celas.

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Vi o vídeo e pensei: péra aí! Vinte contêineres adquiridos por mais de HUM MILHÃO DE REAIS!

Vamos deixar por UM MILHÃO DE REAIS E VINTE CENTAVOS, que é mais do que um milhão de reais, na falta de uma informação mais precisa. Também poderiam ter custado HUM MILHÃO, NOVECENTOS E NOVENTA E NOVE MIL REAIS E NOVENTA E NOVE CENTAVOS, que permaneceria dentro da faixa de mais de um milhão de reais, não é verdade?

Na primeira alternativa, cada contêiner teria custado CINCOENTA MIL REAIS E UM CENTAVO. E dizem que falta cadeia para meliantes! É lógico! Por esse preço! E olhem o luxo de seus interiores! Parece até os daqueles apartamentos da vila olímpica dos últimos jogos panamericanos!

Aí tem alguma coisa estranha... Será possível ou a notícia está incorreta?

Sem maiores fundamentos, vou partir pro princípio de que está incorreta. Afinal, duvidar de quê, neste país onde tudo é transparente, não é verdade?

E depois, pode ser que as chapas das laterais e das coberturas sejam de fibra de carbono ou de titânio, mais duras do que as de Aço Carbono SAE-1010/1020, sendo aquelas mais difíceis de serem arrombadas pelos moradores do conjunto habitacional, não é verdade?

E cacete! Quando eles foram montados, precisaram ser içados! Nessa ocasião, não deixaram de ver que as barras de ferro que sustentavam o piso de madeira estavam espaçados de 30 em 30 cm e não de 15 em 15 cm, como deveriam ser?

Veja o vídeo e peça bibida prus músicus, mas muita bebida mesmo! Afinal, ééééééé caaaarnaval...

Sopinha dos bons futuns

o
- Autor desconhecido.

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Assunto: Email da minha amiga Ana

Querida Amiga:

Conforme minha promessa, estou lhe enviando este email contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira

Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parecendo querer arrebentar o terno.

Liiiiiiindo! Estou apaixonada! Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do meu setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com esta cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira

Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra!
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Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, verduras, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta!

Quarta-Feira

Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana.

Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar?

Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta!

Quinta-Feira

O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: "- Hum-hum!". Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: "- Hum-hum!". Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: "- Hum-hum!". Então ele perguntou se eu só sabia falar "- Hum-hum!" e eu respondi: "- Hã-hã!".

Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais?

Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida! Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana.

Quanto ao resto, bem...ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira

Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina! Saí de casa me sentindo como um caminhão de lixo. Como eu peidava! (Nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isso, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: "- Aí, gente fina! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!". Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava pra ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha.

Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: "- Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!".

Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:"- Pô, Dona Maria! Esse pastel tá bichado!".

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido.

Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (Ai, meu Deus! Aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava me preocupar... Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.

Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar, devagarinho, apertando meu fiofó o máximo possível. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?

Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou.

Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior.

O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador, na diagonal. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso.

Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.

As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: "- Meus olhos também estão ardendo.". Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: "- Ah, é, fdp? Então acabou a respiração cachorrinho..."

Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: "- Mulher! Pára de se cagar!". Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois... uns quarenta futuns depois.

Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência para outro país.

Apague este e-mail depois de o ler, tá?

Sua amiga, Ana.

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I bibida prus músicus!

Brigado, Luis Vicente!